Dois exemplos de como lidar com a violência - Nova Iorque e
Bogotá, duas cidades em diferentes estágios sócio-econômicos. Entre 1993 e 2003
elas reduziram suas taxas de homicídio drasticamente. Nova Iorque reduziu de 14
para 4 mortes/100.000 hab e Bogotá de 70 para 30 mortes/100.000 hab (hoje a
taxa de Bogotá é de 16,9 homicídio/100.000 hab – menor que a do Brasil, que é
de 20,4 mortes/100.000 hab).
Algumas ações realizadas nessas cidades podem ser repetidas nas nossas - atacar a corrupção policial; agilizar as decisões do judiciário; aparelhar a policia com tecnologia, priorizando os setores de inteligência; atuar com tolerância zero para os pequenos delitos (cortar o mal pela raiz!) e nos crimes de colarinho branco (um bom exemplo vale mais que mil palavras!) , compartilhar informações entre os órgãos de segurança estaduais e com outros países, e mapear áreas criticas para adoção de políticas emergências como lei seca a partir das 11:00 hs e toque de recolher, dentre outras.
Tirar dos juízes o dever de fazer justiça e entregá-lo a própria população (via força policial), pedir mudança de leis que endureçam as penas (se as existente nem são cumpridas!), fechar os olhos aos direitos humanos (elas existem em nossas prisões?), achar que a pena de morte vai diminuir a violência (sem comprovação real da eficácia), clamar pelo surgimento de um ente salvador da pátria (como a volta dos militares ao poder) são ações que comprovadamente não trazem resultados, apesar de aplacarem nosso sentimento de revolta.
Vamos lutar pelas ações testadas e que geraram resultados concretos. Não podemos perder mais tempo!
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